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Em 2003, Zé Diogo Quintela, Ricardo Araújo Pereira, Tiago Dores e Miguel Góis, que escreviam juntos textos por encomenda para rádio, televisão e jornais numa empresa de guionismo, decidiram começar um blog por partilharem a sua admiração pelos Monty Python e sentirem falta de um espaço para escrever textos humorísticos mais pessoais.

 

Na sequência de Ricardo e Zé Diogo começarem a fazer espectáculos de stand up, foram convidados para ter uma rubrica humorística num programa da SIC Radical. Mais tarde, foi-lhes proposto fazer uma série semanal e, como Tiago Dores e Miguel Góis se lhes juntaram, adoptaram o nome do blog. Gravaram três séries de sketches, alguns dos quais começaram a circular na internet. No ano de estreia, venderam sessenta mil DVDs e iniciaram uma digressão pelo país.

Em 2006, transferiram-se para  a RTP, onde, depois de fazer mais uma programa de sketches, ensaiaram um formato novo: um programa humorístico semanal sobre a actualidade, o “Diz que é uma espécie de magazine”.

Em 2009, adaptaram esse formato de humor de actualidade ao período eleitoral e fizeram “Gato Fedorento Esmiúça os Sufrágios”, um programa diário que acompanhava, primeiro, as eleições legislativas e, de seguida, as eleições autárquicas, tendo como convidados os principais protagonistas políticos.

Em 2015, fizeram um formato muito semelhante para a TVI, durante o período das eleições legislativas, a que chamaram “Isso é tudo muito bonito, mas”.

PROGRAMAS
  • 2004
    SIC Radical

    “Gato Fedorento – Série Fonseca”

    “Gato Fedorento – Série Meireles”

  • 2005
    SIC Radical

    “Gato Fedorento – Série Barbosa”

  • 2006
    RTP

    “Gato Fedorento – Série Lopes da Silva”

    “Diz que é uma espécie de magazine” – Temporada 1

  • 2007
    RTP

    “Diz que é uma espécie de magazine” – T2
    “XXXVIII Gala dos Tesourinhos Deprimentes”
    –“Diz que é uma espécie de magazine” – T3
    Gala de passagem de ano, em directo

  • 2008
    SIC

    “Zé Carlos”

    Gala de passagem de ano

  • 2009
    SIC

    “Gato Fedorento Esmiuça os Sufrágios”

  • 2013
    Especial, SIC

    “A solução para a crise”

  • 2015
    TVI

    “Isso é tudo muito bonito, mas”

OS FEDORENTOS
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José Diogo Quintela
Zé Diogo Quintela nasceu em 1977, em Lisboa, cidade onde viveu toda a sua vida – tirando o último ano do liceu, quando se mudou para o estado americano do Wisconsin.
É casado e tem uma filha e dois enteados. Tem quase um curso de Comunicação Social, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.
É humorista desde 2000, quando começou a trabalhar nas Produções Fictícias. Escreveu para o Herman José e para a Maria Rueff. Fez stand up, mas só o revela porque Miguel Góis insistiu. Em 2004, começa a escrever crónicas no Independente. Em 2007, muda-se para o Público. Desde 2015, pontifica no Correio da Manhã.
Algumas dessas crónicas estão compiladas num livro, ‘Falar é fácil’. As outras, não.
Percebe, ao escrever este apontamento biográfico, que não fez grande coisa na vida.
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Miguel Góis
Miguel Góis nasceu em 1973, em Lisboa. Licenciou-se em Comunicação Social na Universidade Católica.
Em 1998, depois de fazer alguns trabalhos como assistente de investigação académica, começou a trabalhar como guionista nas Produções Fictícias, onde escreveu para Herman José e Maria Rueff.
Ao longo dos anos, escreveu textos para DN, Expresso, A Bola, Antena 1, Metro e Record.
A sua coroa de glória é ter escrito um sketch a meias com Otelo Saraiva de Carvalho (aconteceu mesmo).
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Nasceu em Lisboa, em 1974. Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica, começou a sua carreira como jornalista no Jornal de Letras.
É guionista desde 1998. Escreve semanalmente na revista Visão e é um dos elementos do programa da TSF Governo Sombra.
Assina, desde 2012, a rubrica Mixórdia de Temáticas, na Rádio Comercial. Com a Tinta-da-china, publicou quatro livros de crónicas — Boca do Inferno (2007), Novas Crónicas da Boca do Inferno (2009), A Chama Imensa (2010) e Mixórdia de Temática (2012) —, para além de Se não entenderes eu conto de novo, pá (Brasil, 2012).
Coordena a Colecção de Clássicos de Literatura de Humor, que integra autores como Charles Dickens, Denis Diderot e JaroslavHasek.
Vencedor do Grande Prémio da Crónica, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores.
“A doença, o sofrimento e a morte entram num bar – uma espécie de manual de escrita humorística”, é o nome do livro lançado em 2016.
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Tiago Dores
Tiago Dores nasceu em Lisboa no dia 1 de Maio de 1975.
Fez o seu percurso escolar em Lisboa.
Posteriormente, ingressou na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.
Ainda antes das experiências do Gato Fedorento, trabalhou numa empresa de publicidade sediada em Lisboa e nas Produções Fictícias, onde escreveu para Herman José e Maria Rueff.
Actualmente vive com a sua família em Lisboa.
Considera-se um cidadão do mundo.